PLANO
MICRO
O nível operacional do plano: como a célula de conteúdo produz dezenas de vídeos por semana em escala industrial, com captação em bloco, roteiros de 37 segundos e distribuição cirúrgica por anel territorial do Sudeste.
Escala industrial, mensagem artesanal
O Plano Micro existe para uma só coisa: garantir que a estratégia do Macro vire postagem, todos os dias, sem depender de inspiração. A operação produz 25+ vídeos por semana — 5 formatos distribuídos pelos anéis territoriais do Sudeste — num fluxo previsível e repetível.
O princípio é desacoplar criação de execução: a estratégia define os 5 formatos e os ganchos; a fábrica apenas preenche cada formato com a dor e a obra de cada município. Volume vem da repetição estrutural; relevância vem da ambientação local.
Regra-mãe do pipeline. Nada entra na fila de produção sem: (1) anel/município definido, (2) formato definido, (3) dor ou obra local validada pelo CRM. Conteúdo genérico sobre "a política" é rejeitado na origem.
Da pauta à postagem em 5 estações
A fábrica é uma linha de montagem. As captações são feitas em bloco: num único dia de gravação, o candidato grava os blocos da semana inteira, mudando apenas figurino e cenário. O restante é edição e ambientação por município.
O CRM entrega as dores e obras classificadas por município. A célula escolhe os temas da semana por anel.
Cada tema entra num dos 5 formatos seguindo a estrutura de 7 passos. Teto rígido de 37s.
Gravação concentrada em 1 dia. Candidato grava todos os blocos; troca cenário e figurino por formato.
Cortes, legendas e inserts locais. Mesmo bloco vira várias versões — uma por município/anel.
Postagem no calendário diário e impulsionamento segmentado por coorte e anel territorial.
Por que captar em bloco
- Protege a agenda do candidato: 1 dia rende a semana.
- Garante consistência de tom, luz e figurino.
- Permite que a edição trabalhe com folga e regionalize sem novas gravações.
Regionalização na edição
- O bloco-base é gravado uma vez; o nome do município e da obra entram em legenda e narração.
- Inserts de imagem da cidade-alvo dão chão local ao vídeo.
- Resultado: 5 blocos → dezenas de entregas regionalizadas.
Um formato por dia, um nível de consciência
Cada dia útil tem um formato fixo, atacando um estágio do funil — do eleitor que nem sabe quem é Salomão ao que já está pronto para entrar no grupo da sua cidade.
Reapresentação
Quem é José Salomão — o gestor que saneou Dianópolis. Ancora a trajetória para quem só conhece o nome.
O Legado
Autoridade pela prova: Selo Ouro, contas saneadas, IFTO, obras e o DianaFolia. O que já foi entregue, não o que se promete.
Escuta
Formato de rua, dinâmico. Pergunta direta sobre a urgência do município para gerar comentários e engajamento orgânico.
Provocação
"Dedo na ferida": a guerra das emendas — a bancada que recebeu voto e mandou emenda que não virou obra. Compartilhamento indignado.
Convocação
Conversão. Convite direto para entrar na comunidade de WhatsApp do município via link rastreável — o fechamento do funil.
O molde de todo roteiro
Todo vídeo, em qualquer formato, obedece à mesma sequência psicológica. O gancho forte nos primeiros segundos é inegociável — é ele que vence o scroll.
O teto de 37s e o gancho inicial respeitam a racionalidade limitada (Popkin, 1991) e a economia da atenção das plataformas: a retenção dos primeiros 3 segundos define o alcance orgânico e o custo do impulsionamento.
Pergunta ou afirmação que para o dedo. ~3–4s.
Nomeia o problema real do eleitor.
Eleva a emoção: o que está em jogo.
"Sou José Salomão" — quem resolve.
O que será feito, concreto e local.
Comentar, compartilhar ou entrar no grupo.
Assinatura de marca. ~3s.
Checklist de aprovação. Um roteiro só vai pra captação se: ≤ 37s · gancho nos primeiros 3s · dor ou obra local nomeada · 1 CTA único · fechamento com assinatura. Faltou um item, volta pra mesa.
Os roteiros, passo a passo
Modelos-base prontos para captação. Os municípios e dores entre colchetes são preenchidos pela célula conforme o CRM da semana.
Ancorar a trajetória do gestor que saneou o município
Para quem só conhece o nome — apresentar o administrador experiente que já entregou resultado e ganhou selo de transparência.
Salomão diante de uma obra entregue ou do prédio da prefeitura/IFTO no município [MUNICÍPIO]. Tom de autoridade serena.
O Municipalista provando com obra entregue
Mostrar competência de gestão pela prova concreta — saúde, educação (IFTO/Fades) e saneamento fiscal.
Câmera parada, leve aproximação, olhar firme. Insert do Selo Ouro, do campus do IFTO ou de obra entregue.
Engajamento algorítmico extremo
Gerar comentários em massa para baratear o tráfego pago. Quebra do padrão formal.
Estilo selfie na rua ou no comércio local, dinâmico, quebrando o padrão formal.
A guerra das emendas — dark social
Gerar compartilhamentos indignados no WhatsApp. A emenda que não vira obra como prova da bancada ausente.
Cortes rápidos. Começa com imagem de obra parada ou prédio inacabado e corta para Salomão firme. Trilha tensa.
Fechar o funil e lotar o CRM
Captar contatos via link e levar o eleitor para a comunidade de WhatsApp do município.
Salomão em mesa de trabalho com mapa do Sudeste. Ar de liderança municipalista. Trilha de convocação.
O mesmo vídeo, mirado por psicologia e anel
Produzir é metade do trabalho; distribuir é a outra. Cada formato é impulsionado para a coorte que ele mais converte, na plataforma onde ela vive — com 70% do orçamento inicial concentrado no núcleo e no Anel 1.
Métrica de barateamento. O V03 (Escuta) roda primeiro para gerar comentários — sinal de engajamento que reduz o CPM dos demais formatos do mesmo município na sequência da semana.
A comunidade que retroalimenta a fábrica
As comunidades por município não são só destino — são fonte. As demandas levantadas ali viram o banco de pautas que alimenta os roteiros da semana seguinte, e o banco de casos concretos da guerra das emendas. O pipeline é um ciclo fechado.
O conteúdo gera entrada na comunidade (GOTV, Gerber & Green, 2000); a comunidade gera dado classificado; o dado gera o próximo conteúdo. É um ciclo de responsividade que torna cada semana mais precisa que a anterior.
Link rastreável leva o eleitor à comunidade da sua cidade.
Boas-vindas do candidato + enquete municipal levantam demandas reais.
Cada demanda é classificada por município, problema e termômetro de indignação.
O dado classificado vira a pauta dos roteiros da semana seguinte.
Segmentação rígida por anel
Um eleitor de um município nunca é incluído na comunidade de outro. A regionalização que vale para o conteúdo e o tráfego vale também — e principalmente — para o CRM. Isso mantém a conversa local e o dado limpo, ancorado nas redes de prefeitos e vereadores aliados.
O que se mede todo dia
A fábrica só funciona com leitura diária. O painel cruza produção, distribuição e CRM — e dispara ajuste na pauta sempre que um indicador sai da meta.
| Estação | Indicador-mestre | Gatilho de ajuste |
|---|---|---|
| Produção | 25+ vídeos entregues e aprovados no checklist. | < meta → revisar captação em bloco. |
| Distribuição | Retenção de 3s e CPM por coorte/anel. | Retenção baixa → trocar gancho. |
| Engajamento | Volume de comentários no V03. | Pouco comentário → reformular pergunta. |
| Conversão | Entradas nas comunidades via V05. | Queda → reforçar CTA e link. |
| Inteligência | Demandas tagueadas por município/problema. | Pauta repetida → buscar nova dor ou novo caso de emenda. |
O nível operacional da máquina: produção em escala industrial, distribuição segmentada por anel e loop de inteligência. Documento interno de trabalho · versão 1.0 · confidencial, uso restrito à célula de conteúdo. Complementa o Plano Macro; sujeito à legislação eleitoral vigente, à LGPD e às resoluções do TSE.