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JOSÉ SALOMÃO
Plano Estratégico Macro · Câmara dos Deputados · TO 2026
Plano Estratégico Macro · 2026

JOSÉ
SALOMÃO

Quem conhece a dor do prefeito sabe operar o cofre de Brasília.

A máquina de concentração de voto, mobilização regional e dominação do Sudeste tocantinense — engenharia narrativa, territorial e digital para a disputa proporcional à Câmara dos Deputados. Experiência de gestão e municipalismo, contra o amadorismo da bancada ausente.

Cargo
Câmara dos Deputados
Partido
PT · Federação Brasil da Esperança
Ciclo
Eleições 2026
Rótulo
O Municipalista
Uso interno · candidato + núcleo de campanha
Síntese Estratégica / 01

O patriarca que entrega

Enquanto a bancada federal manda emenda que não vira obra e o Sudeste segue sub-representado, José Salomão se posiciona como O Municipalista — o gestor que saneou as contas de Dianópolis, ganhou o Selo Ouro de Transparência e sabe operar o cofre de Brasília na prática. Numa eleição proporcional, não se vence espalhando voto: vence-se concentrando. A estratégia é transformar a base municipal mais sólida do estado em uma cadeira na Câmara.

Ciência Política

Em disputa proporcional de lista aberta, o que elege é o voto concentrado num reduto (Ames, 2001) somado ao voto pessoal (Carey & Shugart, 1995). A campanha opera a conexão eleitoral (Mayhew, 1974) e a política distributiva das emendas (Ames, 1995) como prova de competência — não a busca pelo eleitor mediano.

42%
Enquete IstoÉ (mar/2026)
líder isolado · vaga na Câmara
Selo Ouro
Transparência · TCE-TO
credencial de gestão limpa
7 / 20
Eleições em 20 anos
resiliência eleitoral testada
18
Municípios do Sudeste
o território a dominar
NARRATIVA

O Gestor + O Municipalista. Quem saneou Dianópolis fundido a quem defende o interior do abandono de Brasília.

TERRITÓRIO

Eleição proporcional se ganha concentrando. Dominar o Sudeste em anéis — do reduto à capilaridade externa.

MÁQUINA

Leque de conteúdo + tráfego segmentado + CRM de WhatsApp por município. A guerra das emendas como munição.

A grande virada (spin). Não é mais um estreante prometendo Brasília — é o administrador que saneou um município à beira do colapso fiscal e provou, com nome e número, que as emendas da bancada atual não viram obra. O Sudeste não precisa de promessa: precisa de quem conhece a dor do prefeito.

Parte 1 · Posicionamento e Enquadramento (Framing) / 02

A engenharia psicológica

A base de toda a comunicação para a eleição proporcional. Um arquétipo dominante, uma virada de percepção e um rótulo estratégico que orienta cada peça produzida — tudo ancorado na experiência e no município.

Framing

O "spin" é, tecnicamente, enquadramento (framing, Entman, 1993): selecionar e salientar aspectos da realidade para tornar dominante uma interpretação. A fusão de arquétipos opera a personalização da política (Manin, 1997) e converte um currículo de prefeito em credencial de legislador municipalista.

O arquétipo dominante

Fundação 1

O Gestor Experiente

Quem reassumiu Dianópolis asfixiada por precatórios e RPVs, sanou ~R$ 3,5 mi de passivo e conquistou o Selo Ouro do TCE-TO. Maturidade, não amadorismo.

Fundação 2

O Municipalista

O defensor do Sudeste contra o descaso de Brasília. Conhece a dor do prefeito e sabe, tecnicamente, por que a emenda da bancada não vira obra.

A virada e o rótulo

A grande virada (spin)

Não é estagiário em Brasília — é o gestor que saneou um município, ganhou selo de transparência e desmascarou, com número, as emendas inexecutáveis da bancada atual.

O rótulo estratégico

O Municipalista. Enquanto a bancada esquece o Sudeste, Salomão entrega — porque sabe operar o cofre federal na prática.

Heurísticas Afetivas, Priming & Drivers / 03

O que move o voto

Toda peça aciona um gatilho emocional primário. Não se vende cargo — vende-se a segurança da experiência, a indignação com o abandono do interior e o orgulho de eleger o filho da terra.

Cognição política

O eleitor decide por heurísticas e atalhos informacionais (low-information rationality, Popkin, 1991). Cada driver ativa um mecanismo de priming — tornar saliente um critério de avaliação (Iyengar & Kinder, 1987) — e mobiliza o voto retrospectivo sobre a gestão entregue (Fiorina, 1981).

Experiência / Segurança

O fim do risco do amadorismo. "Já tivemos experiência com o novo e foi um fiasco" — quem sabe fazer não improvisa.Voto retrospectivo (Fiorina) · competência

Indignação / Justiça regional

A revolta com a sub-representação histórica do Sudeste e com a bancada que recebeu voto e virou as costas.Voto de protesto · clivagem centro-periferia

Competência / Execução

Emenda que vira obra de verdade. Ele sabe, com nome e número, por que a creche e a ambulância da bancada não saíram do papel.Política distributiva · accountability

Pertencimento

"O filho de Dianópolis." O orgulho de eleger alguém da própria terra para finalmente ter voz em Brasília.Identidade regional · capital social

Regra de ouro do conteúdo. Nenhum roteiro passa de 37 segundos. Todos seguem a estrutura psicológica de 7 passos. O município sempre vence o nacional: fala-se da cidade do eleitor e da obra que ele vê, nunca da "política" no abstrato.

Parte 2 · Geografia Eleitoral e Estratégia de Concentração / 04

Quatro anéis, um só alvo

A eleição proporcional não premia quem fala com todo mundo — premia quem domina um território. A estratégia organiza o esforço em anéis concêntricos a partir de Dianópolis: blinda o reduto, expande pelo Sudeste e só então capta voto avulso fora da região.

Geografia eleitoral

A lógica é a do voto concentrado de Ames (2001): o deputado constrói um reduto (bailiwick) e maximiza o domínio territorial antes de buscar capilaridade dispersa. A clivagem centro–periferia (Lipset & Rokkan, 1967) aqui é Norte/Centro × Sudeste.

Anel 0 · RedutoNúcleo

Onde nasce o voto. Domínio absoluto: prefeito eleito em 2004, 2008, 2020 e 2024. Meta: votação esmagadora e blindagem total via gestão Hormides.

Dianópolis
Anel 1 · Cidades-irmãsSudeste imediato

Municípios vizinhos de identidade regional direta. Expansão por pertencimento: "um deputado do Sudeste, para o Sudeste".

TaguatingaAlmasNatividadeArraiasCombinadoConceição do TOPorto Alegre do TONovo JardimRio da ConceiçãoTaipas
Anel 2 · TransbordoSudeste ampliado

Borda do Sudeste e eixo de influência rumo ao Sul. Voto de transbordo via alianças com prefeitos e vereadores e pauta do agro.

ParanãPonte Alta do Bom JesusSão ValérioPalmeirópolisPeixeChapada da NatividadeSanta Rosa do TO
Anel 3 · CapilaridadeVoto avulso externo

Fora do Sudeste: voto disperso captado por redes — o agro pragmático (efeito Gayer), lideranças aliadas e a militância do PT-TO no resto do estado.

Gurupi / SulRedes do agroPrefeitos & vereadores aliados

Princípio da concentração. Cada real e cada hora de produção vão primeiro para o núcleo e o Anel 1. Só se investe no Anel 3 com o reduto blindado. A regionalização vale para o conteúdo, o tráfego e o CRM — do gancho do vídeo à comunidade de WhatsApp por município.

Parte 3 · Comunicação Política e Funil de Persuasão / 05

O ciclo semanal inegociável

Cinco vídeos por anel territorial, um por dia útil. Cada formato ataca um nível de consciência diferente do eleitor — do que nem sabe quem é Salomão ao que já está pronto para entrar no grupo. O detalhamento da produção e os roteiros completos vivem no Plano Micro.

Comunicação política

Os "níveis de consciência" formam um funil de persuasão. O motor combina agenda-setting (McCombs & Shaw, 1972) — definir sobre o que se pensa — com framing e priming, encadeando legado, conflito (emendas) e mobilização.

Segunda
Reapresentação
V01
Terça
O Legado
V02
Quarta
Escuta
V03
Quinta
Provocação
V04
Sexta
Convocação
V05

A estrutura de 7 passos. Gancho forte → validação da dor → escalada emocional → posicionamento → solução objetiva → CTA → fechamento. Todo roteiro, sem exceção, ≤ 37 segundos. Ver roteiros completos no Plano Micro ›

Microssegmentação e Clivagens do Eleitorado / 06

Operação de distribuição paga

Numa disputa proporcional, o orçamento segue o território: 70% do esforço inicial concentra-se no núcleo e no Anel 1, onde cada real rende mais voto por já existir afeto e reconhecimento. Cada perfil recebe o formato que mais o converte, na plataforma onde vive.

Microssegmentação

A microssegmentação ajusta a mensagem ao perfil — targeting que reduz o custo de persuasão. Aqui ela cruza coorte geracional com anel territorial, respeitando as diferentes predisposições de cada grupo do Sudeste.

Base fiel municipalistaDianópolis · todas as idades · WhatsApp / Facebook
Foco em V02 (Legado) e V05 (Convocação). Driver: orgulho e pertencimento — consolidar e blindar o reduto.
Eleitor do SudesteCidades-irmãs · 27–55 · Meta / Instagram
Foco em V01 (Quem é Salomão) e V04 (Guerra das emendas). Driver: indignação regional — "um deputado nosso, enfim".
Produtor rural & agroCentro-direita pragmática · 40–65+ · Facebook / WhatsApp
Foco em V02 (Gestão / escoamento) e V01 (Resolvedor). Driver: competência e resultado — o "voto de confiança" do agro.
Juventude do interior18–26 · TikTok / Reels · 1º voto
Foco em V03 (Escuta) e V04 (Provocação). Driver: oportunidade — futuro sem precisar deixar o Sudeste.

Tática 70/30. Os 70% iniciais aprofundam o domínio no núcleo e no Anel 1 — onde o voto é mais barato e mais provável; os 30% restantes testam o transbordo do Anel 2 e a capilaridade avulsa do agro fora da região.

Mobilização Eleitoral & Capital Social — GOTV / 07

O banco de dados que elege

As comunidades regionais de WhatsApp são o ativo mais valioso da campanha — e o terreno natural de um candidato com redes municipais já consolidadas. É para onde o V05 empurra o eleitor e de onde sai a inteligência que retroalimenta tudo.

Mobilização

As comunidades são infraestrutura de mobilização eleitoral (GOTV — get out the vote, Gerber & Green, 2000) e de capital social (Putnam, 2000): as redes de prefeitos, vereadores e lideranças do Sudeste convertem afeto em comparecimento.

Arquitetura

  • Comunidades por município/microrregião — começando pelo núcleo e o Anel 1.
  • O eleitor de Dianópolis jamais entra no grupo de Arraias. Segmentação rígida por anel.
  • Toda entrada vem do V05 (Convocação) via link rastreável.

Ação tática

  • Quem entra recebe boas-vindas do próprio Salomão.
  • Participa de enquetes do seu município — retroalimentação contínua.
  • As redes de prefeitos e vereadores aliados ancoram e ampliam cada grupo.

O funil completo. Vídeo segmentado por anel e psicologia → engajamento que barateia o tráfego → clique no V05 → comunidade do município → enquete → demanda classificada → próximo conteúdo ainda mais preciso.

Responsividade, Accountability & Opinião Pública / 08

A fábrica e o painel

Escala industrial de produção e monitoramento diário. O que não é medido e classificado não orienta a próxima peça. A guerra das emendas alimenta um banco de provas concretas, cidade por cidade.

Opinião pública

O monitoramento contínuo materializa a responsividade e a accountability (Pitkin, 1967; Manin et al., 1999): a campanha lê a opinião pública em tempo real e ajusta a oferta política — um ciclo de feedback entre representante e representados.

25+
Vídeos estratégicos / semana
5 formatos × anéis territoriais
Diário
Monitoramento de dashboard
Meta Business + CRM
3 tags
Classificação de demanda
município · problema · indignação

Tagueamento de inteligência

Toda demanda capturada nas comunidades é classificada por três dimensões, alimentando o termômetro que orienta o conteúdo da semana seguinte — e municiando a narrativa da emenda travada com casos reais:

[ Município ] [ Problema ] [ Termômetro de Indignação ]
Munição de campanha · creche R$ 3,2 mi travada no FNDE · ambulância cancelada por R$ 18 mil abaixo do teto
Parte 4 · Cronograma de Execução / 09

As quatro etapas até a convenção

A desincompatibilização foi feita no prazo (31/03/2026) e a base já lidera as enquetes. A máquina agora é construída em quatro fases sequenciais — cada uma com um objetivo único e mensurável: blindar, ser conhecido fora do reduto, capilarizar e largar na frente.

Gestão de campanha

O faseamento aplica a lógica de funil ao calendário: primeiro se protege o reduto e se constrói reconhecimento regional, depois se converte afeto em intenção de voto (capilaridade) e, por fim, se prepara a mobilização para a largada oficial.

FASE 01
Pós-renúncia

Fundação & Blindagem

Estruturar o núcleo digital, abrir o CRM por município e blindar o reduto: gestão Hormides estável e base de Dianópolis preservada.

FASE 02
Ofensiva regional

Reconhecimento

Converter os 42% de enquete em nome conhecido em todo o Sudeste. Ofensiva de conteúdo no Anel 1 com a narrativa do municipalista.

FASE 03
Capilarização

Consolidação

Travar alianças com prefeitos e vereadores do Sudeste e com o agro. Aprofundar comunidades e ativar o transbordo dos Anéis 2 e 3.

FASE 04
Pré-convenção

Largada

Fechamento da coligação proporcional (Federação + arco), cota de Fundo Eleitoral e tempo de TV do PT-TO, e estrutura armada para o período oficial.

Disciplina de fase. Não se busca voto no Anel 3 antes de blindar o núcleo, nem se discute coligação na Fundação. Cada etapa tem seu indicador-mestre — e a passagem de fase só acontece quando ele é atingido.

PLANO ESTRATÉGICO MACRO — JOSÉ SALOMÃO · CÂMARA DOS DEPUTADOS · TOCANTINS · 2026
A máquina de concentração de voto, mobilização regional e dominação do Sudeste. Documento interno de trabalho · versão 1.0 · confidencial, uso restrito ao núcleo de campanha. Adaptação da arquitetura estratégica ao perfil do candidato e à lógica proporcional; sujeita à legislação eleitoral vigente, à LGPD e às resoluções do TSE.
Marco Teórico · Ciência Política / 10

Os fundamentos por trás da máquina

Cada decisão deste plano repousa sobre um conceito consolidado da ciência política e da comunicação — com ênfase na literatura específica das eleições proporcionais de lista aberta no Brasil. O glossário conecta a tática ao seu fundamento teórico.

Voto concentrado e redutos
Ames, 1995 · 2001

Na lista aberta, o deputado constrói um bailiwick (reduto) e maximiza o domínio territorial. Fundamenta a estratégia de anéis a partir de Dianópolis.

Voto pessoal
Cain, Ferejohn & Fiorina, 1987 · Carey & Shugart, 1995

Sistemas de lista aberta incentivam o voto na pessoa, não no partido. A campanha vende reputação e currículo individuais.

Conexão eleitoral
Mayhew, 1974

O político age para ser reeleito, cultivando crédito por entregas. O legado de gestão é o ativo central dessa conexão.

Política distributiva & emendas
Ames, 1995 · Pereira & Mueller, 2002

Recursos federais direcionados (pork) sustentam redutos. A "guerra das emendas" prova quem executa e quem só promete.

Voto retrospectivo
Fiorina, 1981

O eleitor pune ou premia com base no desempenho passado. Saneamento fiscal e Selo Ouro são a credencial retrospectiva.

Propriedade de tema — issue ownership
Petrocik, 1996

Candidatos são vistos como mais competentes em certos temas. Salomão busca "possuir" gestão municipal e municipalismo.

Enquadramento — framing
Goffman, 1974 · Entman, 1993

Selecionar e salientar aspectos da realidade para tornar dominante uma leitura. Base do "spin" e dos ganchos dos roteiros.

Agenda-setting & priming
McCombs & Shaw, 1972 · Iyengar & Kinder, 1987

Definir sobre o que se pensa e qual critério avaliar. O motor de conteúdo pauta a conversa regional e "prima" a experiência.

Clivagens centro–periferia
Lipset & Rokkan, 1967

Linhas de divisão estruturam o voto. Aqui, o eixo Norte/Centro × Sudeste organiza a indignação e o território.

Racionalidade limitada e heurísticas
Popkin, 1991

Eleitores decidem com pouca informação, via atalhos. Daí o teto de 37s e a mensagem concreta, local e repetível.

Mobilização — GOTV & capital social
Gerber & Green, 2000 · Putnam, 2000

Contato direto e redes de confiança convertem afeto em comparecimento. As comunidades e as redes municipais são essa infraestrutura.

Pressão cruzada & pragmatismo
Lazarsfeld et al., 1944

Eleitores sob filiações contraditórias decidem por proximidade prática. Explica o petista que conquista o agro de centro-direita.

Nota de método. As referências são marcos clássicos da ciência política e da comunicação — incluindo a literatura específica do sistema proporcional brasileiro — usadas aqui como racional estratégico, não como prescrição acadêmica. A aplicação respeita a legislação eleitoral vigente.